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	<title>SeguridadeSocial | Barros Filhos Contabilidade</title>
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	<title>SeguridadeSocial | Barros Filhos Contabilidade</title>
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		<title>Nova lei amplia direitos das mães em situações de parto com complicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 08:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maternidade é um dos momentos mais intensos e transformadores na vida de uma mulher. No entanto, quando o parto vem acompanhado de complicações e longos períodos de internação, esse momento de alegria pode se tornar um período de preocupação e fragilidade.]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p data-start="219" data-end="697">A maternidade é um dos momentos mais intensos e transformadores na vida de uma mulher. No entanto, quando o parto vem acompanhado de complicações e longos períodos de internação, esse momento de alegria pode se tornar um período de preocupação e fragilidade. Pensando nisso, foi sancionada em <strong data-start="512" data-end="538">29 de setembro de 2025</strong> a <strong data-start="541" data-end="558">Lei nº 15.222</strong>, que amplia o tempo de <strong data-start="582" data-end="627">licença-maternidade e salário-maternidade</strong> para mães e bebês que enfrentam <strong data-start="660" data-end="696">internação hospitalar prolongada</strong>.</p>
<p data-start="699" data-end="877">Essa mudança representa um avanço significativo nas políticas de proteção à mulher e à infância, garantindo mais segurança e tranquilidade para as famílias em momentos delicados.</p></div>
			</div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3 data-start="884" data-end="916">O que muda com a nova lei</h3>
<p data-start="918" data-end="1225">Antes da sanção, a legislação <strong data-start="948" data-end="976">não previa expressamente</strong> a prorrogação da licença-maternidade em casos de internação. Muitas mulheres precisavam recorrer à Justiça para garantir o direito de iniciar o afastamento apenas após a alta hospitalar — situação que gerava <strong data-start="1185" data-end="1224">insegurança jurídica e desigualdade</strong>.</p>
<p data-start="1227" data-end="1342">Agora, com a nova redação do <strong data-start="1256" data-end="1277">artigo 392 da CLT</strong> e do <strong data-start="1283" data-end="1317">artigo 71 da Lei nº 8.213/1991</strong>, as regras ficam claras:</p>
<ul data-start="1344" data-end="1772">
<li data-start="1344" data-end="1500">
<p data-start="1346" data-end="1500">Se a <strong data-start="1351" data-end="1383">internação da mãe ou do bebê</strong> ultrapassar <strong data-start="1396" data-end="1412">duas semanas</strong>, a contagem da licença-maternidade passa a <strong data-start="1456" data-end="1497">iniciar apenas após a alta hospitalar</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1501" data-end="1569">
<p data-start="1503" data-end="1569">O benefício pode ser <strong data-start="1524" data-end="1566">prorrogado por até 120 dias adicionais</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1570" data-end="1687">
<p data-start="1572" data-end="1687">O <strong data-start="1574" data-end="1597">salário-maternidade</strong> será pago durante <strong data-start="1616" data-end="1648">todo o período de internação</strong> e nos <strong data-start="1655" data-end="1684">120 dias seguintes à alta</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1688" data-end="1772">
<p data-start="1690" data-end="1772">O tempo de repouso antes do parto será <strong data-start="1729" data-end="1743">descontado</strong> do total de dias de licença.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="1779" data-end="1814">Impactos jurídicos e sociais</h3>
<p data-start="1816" data-end="1876">A <strong data-start="1818" data-end="1835">Lei nº 15.222</strong> traz avanços em três frentes principais:</p>
<h4 data-start="1878" data-end="1906">1. Segurança jurídica</h4>
<p data-start="1907" data-end="2104">A nova regra <strong data-start="1920" data-end="1945">elimina controvérsias</strong> e uniformiza o entendimento sobre o início da licença, reduzindo disputas trabalhistas e previdenciárias. Isso beneficia tanto as mães quanto os empregadores.</p>
<h4 data-start="2106" data-end="2151">2. Proteção à maternidade e à infância</h4>
<p data-start="2152" data-end="2385">A ampliação do prazo permite que <strong data-start="2185" data-end="2216">mães e bebês em recuperação</strong> tenham o tempo necessário para se restabelecer e fortalecer o vínculo familiar — essencial para o desenvolvimento saudável da criança e o bem-estar emocional da mulher.</p>
<h4 data-start="2387" data-end="2423">3. Impacto econômico e social</h4>
<p data-start="2424" data-end="2641">Embora a medida represente <strong data-start="2451" data-end="2492">maior custo para a Previdência Social</strong>, reforça a importância de <strong data-start="2519" data-end="2571">proteger famílias em situação de vulnerabilidade</strong> e de valorizar o papel da maternidade no contexto social e econômico.</p>
<h3 data-start="2648" data-end="2698">Um passo importante na agenda de igualdade</h3>
<p data-start="2700" data-end="3038">A sanção da nova lei ocorreu durante a <strong data-start="2739" data-end="2796">5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres</strong>, em Brasília — evento que reuniu lideranças políticas e sociais em defesa da igualdade de gênero. No mesmo dia, também foi instituída a <strong data-start="2933" data-end="3010">Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com Gestantes e Mães</strong>, a ser celebrada em agosto.</p>
<p data-start="3040" data-end="3316">Essas iniciativas fortalecem o compromisso do Estado com a <strong data-start="3099" data-end="3146">proteção da mulher, da criança e da família</strong>, alinhando a legislação brasileira às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que desde 2020 já reconhecia o direito à prorrogação da licença em casos de internação.</p>
<h3 data-start="3323" data-end="3371">Um avanço para famílias que mais precisam</h3>
<p data-start="3373" data-end="3647">A expectativa é de que a medida <strong data-start="3405" data-end="3483">beneficie especialmente mães cujos bebês necessitam de cuidados intensivos</strong>, como em casos de prematuridade ou complicações pós-parto. Além de reduzir a judicialização, a nova lei <strong data-start="3588" data-end="3617">garante tempo e dignidade</strong> a quem mais precisa de apoio.</p>
<p data-start="3649" data-end="3883">Ao alinhar a legislação trabalhista e previdenciária à realidade das famílias brasileiras, a <strong data-start="3742" data-end="3764">Lei nº 15.222/2025</strong> reafirma um princípio essencial: <strong data-start="3798" data-end="3882">nenhuma mãe deve escolher entre cuidar da saúde e manter seu direito ao trabalho</strong>.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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		<item>
		<title>Salário-maternidade mais acessível: STF muda regra para trabalhadoras informais</title>
		<link>https://barrosfilhos.com.br/2025/08/salario-maternidade-mais-acessivel-stf-muda-regra-para-trabalhadoras-informais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 08:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma conquista histórica entrou em vigor em julho de 2025, trazendo mais justiça e acessibilidade para milhões de mulheres no Brasil. A partir de agora, autônomas, microempreendedoras individuais (MEIs), seguradas facultativas e seguradas especiais (como produtoras rurais) precisam de apenas uma contribuição ao INSS para garantir o salário-maternidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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				<div class="et_pb_text_inner"><p data-start="103" data-end="474">Uma conquista histórica entrou em vigor em <strong data-start="146" data-end="163">julho de 2025</strong>, trazendo mais justiça e acessibilidade para milhões de mulheres no Brasil. A partir de agora, <strong data-start="259" data-end="383">autônomas, microempreendedoras individuais (MEIs), seguradas facultativas e seguradas especiais (como produtoras rurais)</strong> precisam de apenas <strong data-start="403" data-end="431">uma contribuição ao INSS</strong> para garantir o <strong data-start="448" data-end="471">salário-maternidade</strong>.</p>
<p data-start="476" data-end="656">Antes, era necessário comprovar pelo menos <strong data-start="519" data-end="547">10 contribuições mensais</strong>, o que dificultava o acesso ao benefício para quem tinha ocupações informais ou contribuições irregulares.</p>
<p data-start="658" data-end="821">Essa mudança representa não só um avanço na legislação, mas também um passo importante em direção à <strong data-start="758" data-end="818">inclusão e proteção social das trabalhadoras brasileiras</strong>.</p></div>
			</div>
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				<span class="et_pb_image_wrap has-box-shadow-overlay"><div class="box-shadow-overlay"></div><img decoding="async" width="1280" height="720" src="https://barrosfilhos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/salario-maternidade-_1742408082343.jpg" alt="" title="salario-maternidade-_1742408082343" srcset="https://barrosfilhos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/salario-maternidade-_1742408082343.jpg 1280w, https://barrosfilhos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/salario-maternidade-_1742408082343-980x551.jpg 980w, https://barrosfilhos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/salario-maternidade-_1742408082343-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" class="wp-image-212560" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3>A grande mudança: o fim da carência de 10 meses</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até julho de 2025, mulheres que não tinham carteira assinada — como MEIs, autônomas e seguradas especiais — precisavam comprovar um mínimo de 10 contribuições mensais para o INSS para terem direito ao salário-maternidade. Esse requisito, conhecido como “carência”, era um obstáculo para muitas, especialmente para aquelas com renda instável.</p>
<p>Agora, a nova regra remove essa exigência. Graças à decisão do STF, <b>apenas uma única contribuição válida</b> feita antes do parto, adoção ou guarda já é suficiente para garantir o benefício. Essa medida tem efeito vinculante, ou seja, o INSS e a Justiça são obrigados a segui-la.</p>
<p>Essa mudança não afeta as trabalhadoras com carteira assinada, que já tinham direito ao benefício independentemente do número de contribuições. A nova regra é vital para as mulheres que atuam na informalidade ou como autônomas, oferecendo a elas mais segurança e dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mais inclusão e acessibilidade para todas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nova regra é um passo gigantesco em direção à igualdade e à inclusão. Ela reconhece a realidade de milhões de mulheres que não se encaixam no modelo de trabalho tradicional, mas que, ainda assim, contribuem para o sistema de previdência.</p>
<p>Além de facilitar o acesso a um direito, a medida pode incentivar a formalização. Agora, com a garantia de um benefício tão importante como o salário-maternidade com apenas uma contribuição, muitas mulheres podem se sentir mais motivadas a se formalizarem como MEIs ou a contribuírem de forma individual para o INSS.</p>
<p>O salário-maternidade é pago por até <b>120 dias</b>, e o valor é calculado com base nas suas contribuições.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como solicitar o benefício?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo para solicitar o salário-maternidade para autônomas e MEIs é simples e pode ser feito online. Siga este guia prático:</p>
<ol start="1">
<li><b>Acesse o Meu INSS:</b> Entre no site https://meu.inss.gov.br/#/login ou utilize o aplicativo Meu INSS com seu CPF e senha do Gov.br.</li>
<li><b>Confira suas contribuições:</b> Verifique se você tem pelo menos uma contribuição em dia no momento do evento (parto, adoção ou guarda).</li>
<li><b>Faça o requerimento:</b> No menu, clique em &#8220;Agendamentos/Solicitações&#8221;, depois em &#8220;Novo Requerimento&#8221; e busque por &#8220;Salário-Maternidade Urbano&#8221;.</li>
<li><b>Anexe os documentos:</b> Separe e anexe seus documentos pessoais (RG e CPF), comprovantes de contribuição ao INSS e o atestado médico ou certidão de nascimento do bebê.</li>
</ol>
<p>Essa nova regra representa uma vitória para a autonomia e a segurança de milhões de mulheres. A mudança é um reflexo de uma sociedade que busca ser mais justa e que valoriza a maternidade em todas as suas formas.</p></div>
			</div>
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