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	<title>empregado | Barros Filhos Contabilidade</title>
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	<description>Sua empresa de contabilidade</description>
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	<title>empregado | Barros Filhos Contabilidade</title>
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	<item>
		<title>Cláusula de exclusividade: o que pode acontecer se o empregado descumprir?</title>
		<link>https://barrosfilhos.com.br/2023/11/clausula-de-exclusividade-o-que-pode-acontecer-se-o-empregado-descumprir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 08:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Dep Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[A cláusula de exclusividade é um termo contratual que proíbe o empregado de exercer qualquer outra atividade remunerada enquanto o contrato de trabalho estiver em vigor.]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A cláusula de exclusividade é uma disposição contratual que impede o empregado de se envolver em qualquer outra atividade remunerada durante a vigência do contrato de trabalho.</p>
<p>Esta cláusula pode ser incluída no contrato de trabalho por escrito, desde que seja aceita pelo empregado.</p>
<p>O objetivo da cláusula de exclusividade é proteger os interesses do empregador, garantindo que o empregado se dedique exclusivamente às suas atividades durante o horário de trabalho.</p>
<p>Esta cláusula é particularmente importante para empresas que lidam com informações confidenciais ou que possuem processos de produção secretos.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h6>Requisitos da cláusula de exclusividade</h6></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para que uma cláusula de exclusividade seja considerada válida em um contrato de trabalho, ela deve cumprir os seguintes critérios:</p>
<ul>
<li><span style="color: #0c71c3;"><strong>Aceitação por escrito pelo empregado</strong></span>: A cláusula de exclusividade deve ser explicitamente mencionada no contrato de trabalho e aceita pelo empregado. O empregado deve ter a chance de revisar a cláusula antes de concordar com ela.</li>
<li><span style="color: #0c71c3;"><strong>Proporcionalidade ao interesse do empregador</strong></span>: A cláusula de exclusividade não deve ser excessivamente restritiva e deve ser proporcional ao interesse do empregador. Por exemplo, uma cláusula que impede o empregado de realizar qualquer atividade remunerada, mesmo que não seja concorrente à do empregador, é considerada abusiva.</li>
<li><span style="color: #0c71c3;"><strong>Compensação pelo empregador</strong></span>: O empregador deve oferecer uma compensação adicional ao empregado em troca da cláusula de exclusividade. Essa compensação pode ser um valor fixo ou um percentual do salário do empregado.</li>
</ul>
<p>A<span> </span><span style="color: #0c71c3;"><strong>proporcionalidade</strong> </span>é o critério mais importante para a validade da cláusula de exclusividade. A cláusula deve ser restrita a atividades que possam realmente afetar o interesse do empregador. Por exemplo, uma cláusula que proíbe o empregado de realizar atividades concorrentes à do empregador é considerada proporcional.</p>
<p>A<span> </span><span style="color: #0c71c3;"><strong>compensação</strong> </span>é importante para proteger o empregado de possíveis abusos por parte do empregador. A compensação deve ser adequada para compensar o empregado pela renúncia de realizar outra atividade remunerada.</p>
<p>A cláusula de exclusividade pode ser estabelecida no contrato de trabalho inicial ou em um aditamento contratual. Em ambos os casos, o empregado deve ter a oportunidade de revisar a cláusula antes de assiná-la.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h6>O que acontece se empregado descumprir a cláusula de exclusividade</h6></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Se um empregado violar a cláusula de exclusividade, o empregador tem o direito de aplicar uma multa contratual. O valor desta multa deve ser proporcional à gravidade da violação.</p>
<p>A multa contratual é uma penalidade estipulada no contrato de trabalho que o empregador pode impor ao empregado se este não cumprir uma obrigação contratual.</p>
<p>No caso da cláusula de exclusividade, a multa é aplicada ao empregado que realiza outra atividade remunerada durante a vigência do contrato de trabalho.</p>
<p>O<span> </span><span style="color: #0c71c3;"><strong>valor da multa</strong></span><span> </span>deve ser proporcional à gravidade da violação. Por exemplo, se o empregado realizar uma atividade que compete diretamente com a do empregador, a multa pode ser maior do que se o empregado realizar uma atividade não concorrente.</p>
<p>Além da multa contratual, o empregador também pode optar por<span> </span><strong>rescindir o contrato de trabalho por justa causa</strong>. Esta é uma penalidade mais severa do que a multa contratual, pois permite ao empregador demitir o empregado sem pagar as verbas rescisórias.</p>
<p>Para rescindir o contrato de trabalho por justa causa, o empregador deve provar que o empregado agiu de má fé ou com intenção dolosa.</p>
<p>No caso de violação da cláusula de exclusividade, o empregador pode provar a má fé ou intenção dolosa do empregado se demonstrar que o empregado sabia que estava violando a cláusula e agiu intencionalmente para prejudicar o empregador.</p>
<p>Aqui estão alguns exemplos de situações em que o empregado pode ser penalizado por violar a cláusula de exclusividade:</p>
<ul>
<li>O empregado realiza uma atividade remunerada que compete diretamente com a do empregador;</li>
<li>O empregado realiza uma atividade remunerada que, embora não seja concorrente à do empregador, requer o uso de informações confidenciais ou processos produtivos secretos do empregador;</li>
<li>O empregado realiza uma atividade remunerada que interfere no seu horário de trabalho ou nas suas atividades para o empregador.</li>
</ul>
<p>É importante ressaltar que a cláusula de exclusividade é uma cláusula contratual que deve ser analisada caso a caso.</p>
<p>O empregado deve consultar um advogado para verificar se a cláusula é válida e se o valor da multa contratual é proporcional à gravidade da violação.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Fonte: sitecontabil.com.br</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Empregado falecido: Empresa é obrigada a manter o convênio para dependentes?</title>
		<link>https://barrosfilhos.com.br/2023/11/empregado-falecido-empresa-e-obrigada-a-manter-o-convenio-para-dependentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 08:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Dep Pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[falecido]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lei n.º 9.656/98 garante que, em caso de morte do titular do plano, é possível a manutenção/reintegração dos dependentes em decorrência do vínculo empregatício do empregado falecido.]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Lei n.º 9.656/98 garante que, em caso de morte do titular do plano, é possível a manutenção/reintegração dos dependentes em decorrência do vínculo empregatício do empregado falecido.</p>
<p>O período de manutenção da condição de beneficiário será de, no mínimo, seis meses e no máximo de vinte e quatro meses. (artigo 30, parágrafo 1º e 3º da Lei 9.656/1998)</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>No que se refere aos procedimentos em relação ao falecimento do empregado, esclarecemos o seguinte:</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Confirmado o óbito, a empresa deve dar baixa na CTPS </p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>considerando a data do óbito do empregado, uma vez que o falecimento do trabalhador extingue automaticamente o contrato de trabalho;</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Feito isso, deve apurar os direitos trabalhistas devidos (considerando que a morte, perante à lei, equivale a um pedido de demissão), os quais serão pagos aos dependentes ou sucessores, conforme o caso;</p>
<p>Para fazer o pagamento das verbas, a empresa precisará solicitar a um familiar (cônjuge, filho, pai, mãe, avô, neto ou irmão) que requeira junto ao INSS (ligar na CENTRAL 135 para obter informações) uma Declaração de Dependentes Habilitados à Pensão por Morte, a qual deve constar, obrigatoriamente, o nome completo, a filiação, a data de nascimento de cada um dos interessados e o grau de parentesco ou relação de dependência com o falecido;</p>
<p>Se não constarem dependentes nessa Declaração será necessário obter um alvará judicial que indique os sucessores do empregado falecido, expedido a requerimento dos interessados, independentemente de inventário ou arrolamento.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_11  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Fonte: sitecontabil.com.br</p></div>
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