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	<title>cargahorária | Barros Filhos Contabilidade</title>
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	<description>Sua empresa de contabilidade</description>
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		<title>Trabalhadores Autônomos no Brasil: Mais Horas, Menos Rendimento</title>
		<link>https://barrosfilhos.com.br/2025/02/trabalhadores-autonomos-no-brasil-mais-horas-menos-rendimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 08:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CLT]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-size: large;">No Brasil, os profissionais que atuam por conta própria trabalham mais horas por semana do que empregados e empregadores. Segundo dados da <strong>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua)</strong>, divulgada pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>, a média de horas trabalhadas no país no quarto trimestre de 2024 foi de <strong>39,1 horas semanais</strong>. No entanto, os trabalhadores autônomos ultrapassaram essa marca, registrando uma média de <strong>45,3 horas semanais</strong>.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><span style="color: #0c71c3;"><strong><span style="font-size: x-large;">Distribuição das Horas Trabalhadas por Categoria</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-size: large;">O estudo do IBGE segmentou a população ocupada em diferentes categorias. Os <strong>trabalhadores por conta própria</strong> lideram a carga horária semanal, seguidos pelos <strong>empregados</strong>, com uma média de <strong>39,6 horas</strong>.</span></p>
<p><span style="font-size: large;">Já os <strong>empregadores</strong> registraram <strong>37,5 horas semanais</strong>, enquanto os <strong>trabalhadores familiares auxiliares</strong> – que colaboram sem remuneração direta em atividades familiares – apresentaram a menor média, com <strong>28 horas semanais</strong>.</span></p>
<p><span style="font-size: large;">De acordo com <strong>Adriana Beringuy</strong>, coordenadora da pesquisa, o grupo de trabalhadores familiares auxiliares está mais associado a atividades sazonais e de apoio, diferentemente de setores estruturados, como comércio, indústria e serviços.</span></p>
<h3><span style="color: #0c71c3;"><strong><span style="font-size: x-large;">Perfil da População Ocupada</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-size: large;">A pesquisa estimou a população ocupada no país em <strong>103,8 milhões de pessoas</strong> no quarto trimestre de 2024. Desse total:</span></p>
<ul>
<li>
<p><span style="font-size: large;"><strong>69,5%</strong> são <strong>empregados</strong> (incluindo trabalhadores domésticos);</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large;"><strong>25,1%</strong> são <strong>autônomos</strong>;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large;"><strong>4,2%</strong> são <strong>empregadores</strong>;</span></p>
</li>
<li>
<p><span style="font-size: large;"><strong>1,3%</strong> são <strong>trabalhadores familiares auxiliares</strong>.</span></p>
</li>
</ul>
<h3><span style="color: #0c71c3;"><strong><span style="font-size: x-large;">Rendimento Médio e Disparidades Salariais</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-size: large;">Apesar de dedicarem mais horas ao trabalho, os profissionais por conta própria possuem rendimento inferior ao dos empregados e empregadores. O levantamento aponta que, enquanto o rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro ficou em R$ 3.215, os autônomos registraram um ganho médio de R$ 2.682. </span></p>
<p><span style="font-size: large;">Empregados assalariados tiveram um rendimento médio de R$ 3.105. Já os empregadores lideram o ranking salarial, com renda média mensal de R$ 8.240</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0c71c3; font-size: x-large;">Estados com Maior Carga Horária</span></strong></h3>
<p><span style="font-size: large;">A pesquisa também detalhou a carga horária semanal por unidade da federação. Entre os <strong>trabalhadores por conta própria</strong>, <strong>São Paulo</strong> apresentou a maior média, com <strong>46,9 horas semanais</strong>, seguido por <strong>Rio Grande do Sul (46,5 horas)</strong> e <strong>Ceará (46,2 horas)</strong>.</span></p>
<p><span style="font-size: large;">Entre os <strong>empregados</strong>, <strong>São Paulo</strong> novamente lidera, com <strong>40,7 horas por semana</strong>, seguido por <strong>Santa Catarina (40,6 horas)</strong> e <strong>Mato Grosso (40,5 horas)</strong>.</span></p>
<p><span style="font-size: large;">No caso dos <strong>empregadores</strong>, <strong>Santa Catarina</strong> registrou a maior carga horária, com <strong>40,4 horas semanais</strong>, seguido por <strong>Rio Grande do Sul (40,2 horas)</strong>. Já entre os <strong>trabalhadores familiares auxiliares</strong>, <strong>Santa Catarina</strong> se destacou com <strong>41,6 horas semanais</strong>, <strong>48% acima da média nacional</strong>.</span></p>
<h3><span style="color: #0c71c3;"><strong><span style="font-size: x-large;">Cenário do Mercado de Trabalho</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-size: large;">A Pnad Contínua analisa as condições do mercado de trabalho para pessoas com <strong>14 anos ou mais</strong>, abrangendo diferentes formas de ocupação, incluindo empregos com ou sem carteira assinada, trabalho temporário e atividade autônoma. A pesquisa visita aproximadamente <strong>211 mil domicílios</strong> em todas as unidades da federação.</span></p>
<p><span style="font-size: large;">O levantamento também revelou que o <strong>desemprego</strong> atingiu, no quarto trimestre de 2024, o menor nível da série histórica em <strong>14 estados</strong>. Além disso, em <strong>oito estados e no Distrito Federal</strong>, o rendimento médio do trabalhador superou a média nacional.</span></p></div>
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			</div>
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		<title>SEMANA DE 4 DIAS DE TRABALHO: 15 EMPRESAS BRASILEIRAS PARTICIPAM DE TESTE GLOBAL</title>
		<link>https://barrosfilhos.com.br/2023/09/semana-de-4-dias-de-trabalho-15-empresas-brasileiras-participam-de-teste-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabil]]></category>
		<category><![CDATA[Dep Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa é uma parceria entre a organização sem fins lucrativos 4 Day Week e a brasileira Reconnect Happiness at Work]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Quinze empresas brasileiras serão submetidas a um novo experimento sobre a jornada semanal de apenas quatro dias de trabalho. A iniciativa, que começou na Nova Zelândia em 2019 e acontecerá entre setembro e dezembro deste ano no Brasil, é uma parceria entre a organização sem fins lucrativos 4 Day Week, que conduz testes globais sobre a carga horária reduzida, e a brasileira Reconnect Happiness at Work.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As inscrições para o experimento foram feitas em agosto pelas companhias, que, a partir do próximo mês, passarão a ser preparadas para adotar o modelo a ser implementado, do tipo 100-80-100: 100% do salário, trabalhando 80% do tempo e mantendo 100% da produtividade.</p>
<p>No dia 5 de setembro, acontecerão as primeiras reuniões, onde conceitos e passos essenciais para entrada ao projeto serão apresentados. Durante os três meses seguintes, acontecerá o período de adaptação, onde processos de trabalho serão redesenhados. </p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote>
<p><span>“Tudo tem de ser feito com muito cuidado porque não queremos só propor redução de carga de trabalho, mas sim um novo modelo de negócios, que inclui resultados”, disse Renata Rivetti, fundadora da Reconnect.</span></p>
</blockquote></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p> O início efetivo dos trabalhos ficou para dezembro, após o período de adaptação, e acontecerá por até seis meses, totalizando nove meses de duração. Ao final do experimento serão avaliados indicadores como estresse da força de trabalho, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, resultados financeiros e turnover, ou rotatividade.</p>
<p>Os estudos feitos antes do início da experimento estiveram sob responsabilidade da universidade americana Boston College, assim como as análises que serão realizadas após três meses de sua implementação e ao fim do piloto. O centro de ensino elaborou, ainda, a metodologia da iniciativa.</p>
<p>De acordo com Gabriela Brasil, diretora do “4-Day Week Global”, o desafio irá além das leis trabalhistas locais: “A cultura do presenteísmo é muito grande por aqui, não só por parte das empresas como também dos funcionários”.</p>
<p>Segundo ela, o sucesso da iniciativa depende de comunicação ampla e adesão total das lideranças: “Tudo isso vai garantir maior confiança por parte dos trabalhadores, que se sentirão seguros dentro do novo modelo”.</p>
<p>Uma parceria entre a 4 Day Week e a empresa de coworking WeWork também foi firmada, para que as participantes tenham acesso ao Workpass, benefício que permite a entrada nos mais de 30 prédios da empresa no país e mais de 500 parceiros em todos os estados brasileiros, sem taxa de adesão ou custo nos primeiros meses do teste.</p>
<p>Segundo pesquisa feita pela WeWork com a Page Outsourcing, 73% dos brasileiros acreditam que uma semana de 4 dias de trabalho melhoraria sua produtividade, uma vez que reduziria o estresse, e aumentaria a lealdade à empresa, o que, por consequência, diminuiria as faltas.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Fonte: sitecontabil.com.br</p></div>
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